Archive for novembro, 2009

Aos criativos e pseudo-criativos!

novembro 26, 2009

Como um grande afixionado e apreciador da criatividade, inovação e arte (mesmo sem ser um especialista), posso dizer que esse site (apresentado mais pra baixo neste post) é um dos mais TOPs que já vi por ai. Não apenas no conteudo, mas também na forma de expor tudo isso.

Os japoneses já possuem sua fama por fazer coisas incrivelmente criativas e/ou bizarras! Ou até mesmo as mais pervertidas também. A capacitade de inovação e de “viagem” deles é incrível. E não falo isso por eu ser descendente de japoneses, e querer ficar babando ovo deles. Falo porque eu realmente sei que eles são criativos, e por isso mesmo muitas tendências mundiais dão start naquele país tão pequeno.

Abaixo darei alguns exemplos de criatividade japonesa! (na minha opinião)

Esse show é de uma criatividade gigantesca, sério. Eles conseguem criar essa ilusão e esses “efeitos especiais” sem o uso de tecnologias a lá Matrix. Tudo com uma equipe gigante, vestida de preto, e uns poucos atores que de fato aparecem.

Esse show japonês já existe há um bom tempo, e vocês já devem ter visto aquele do Ping-Pong ou o do Futebol. SENSACIONAL! 🙂

Outro bom exemplo que achei fuçando pela internet, é este restaurante estranho e bem da hora! Ele parece até aqueles que costumamos ver em desenhos animados, que gostaríamos que tivesse na vida real.

Restaurante suspenso

E os bentôs? Vocês já viram eles?

Bentô do Mario

Bentôs são aquelas “marmitas” japonesas, que já fazem parte da cultura japonesa. Onde um bentô muito bem preparado e atraente, é considerado essencial na arte do preparo do bentô.

(Criativo, né? *-*)

E agora, FINALMENTE, o porque deste post:

Wonderwall Inc.

Juro, eu acho que a cada dia, não só os japoneses, mas qualquer pessoa na internet e no mundo, consegue me impressionar mais e mais!

Mas esse japonês me deixou de boca aberta! É lindo e super criativo o site. Como sua forma de navegação, cores, sons suaves e gostosos de ouvir, simplicidade, layout.

Inclusive o trabalho, da empresa, de Design de Interiores, Design de Produtos, Instalações, entre outros.

Com este post, não pretendo desmerecer a criatividade de todas as culturas do mundo. Cada uma possui suas peculiaridades, e eu aprecio muitas delas. Mas a criativadade do povo japonês é muito da hora!

Bom…

Apreciem sem moderação, e absorvam tudo que for possível! 😉

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A criança

novembro 25, 2009

É engraçado pensar em como esse assunto chegou aos meus milhares de pensamentos diários. Entre trabalhos da faculdade, planejamentos na agência, feriado chegando, telefones tocando, amigos esperando, provas da semana que vem, e a fome batendo. Como do nada consigo, estranhamente, pensar na criança que há dentro de mim?

Resposta: Olhando para a janela ao meu lado.

Ao olhar para aquela janela grande, larga e totalmente transparente, pude visualizar o céu. Céu aquele que se encontra belo e azul. Límpido e com apenas algumas nuvens brancas caminhando, lentamente, como se estivessem meditando, apreciando cada milésimo de segundo que elas estão vivendo. É então que começo a ver formas engraçadas nas nuvens. Formas estranhas, que me lembram algo ou alguém.

nuvem com forma de dragão

Ai eu pergunto: Quem aqui nunca viu formas nas nuvens quando era criança?

Exato, todos já fizemos isso.

Engraçado como isso era corriqueiro aos meus 9 anos, ou por volta disso. Como eu era mais imaginativo, sonhador, era mais criativo e livre de barreiras morais, ou de medos. Costumava ser fantasioso com o mundo, gostava de andar pisando nas linhas dos azulejos, soltava pipa, brincava com as meninas e inventava milhões de métodos e armas para eliminar as bactérias femininas do meu corpo, fingia ser algum tipo de super herói e eu REALMENTE achava que era ele, fazia fogueiras e queimava Fandangos e Ruffles e os comia, e muitas outras façanhas de minha infância tão bem vivida.

O Fantástico Mundo de Bob

Hoje já não paro para ver formas nas nuvens, nem imaginar milhares de outras coisas. Meus dias vividos após a época fantasiosa, em meio a tantas lágrimas, feridas, traumas, ofensas e outras coisas. Minha época pós-infância em que vivi dias de racionalização, de pessoas me falando o que pensar e como pensar, de pessoas me mostrando que isso ou aquilo já não mais existiam, ou nunca existiram. Todos os planos que tive, as invenções que quis fazer, as idéias geniais em que queria investir, foram todas por água abaixo. Alguém sempre esteve lá para dizer: “Para com isso, é besteira. Você acha que isso existe? Que vai acontecer? Que vai dar certo?”

E para onde foi a criança que existia dentro de mim? Ela se escondeu.

Fugiu deste mundo caótico, e se escondeu na caverna do dragão. E de lá não voltou.

Mas calma, ainda há tempo de trazê-la de volta. Eu sei que ainda há. Sinto-a voltando com o passar dos dias, horas, minutos… segundos!

Posso afirmar que, os mais criativos nesse mundo são aqueles que vivem sem medo de pensar. Aqueles que vivem sem medo de errar, sem julgamentos, sem barreiras. Aqueles em que a criança interna nunca morreu. São aqueles em que a fantasia nunca sumiu, a imaginação infantil misturada a sua realidade adulta se tornou parte de seu dia-a-dia. Aqueles em que a criança interna ainda vive, e ainda conseguem resgatá-la.

Espero conseguir reanimar a criança que tem dentro de mim.

E a minha inspiração para isso, são aquelas nuvens ali. Aquelas que possuem formas engraçadas e divertidas. Aquelas que nunca mais voltei a olhar.

Apenas refletindo

novembro 10, 2009

A vida nem sempre foi tão ruim, e nem sempre tão boa.

Apenas temos que saber como encará-la da melhor forma possível e entender que a vida foi feita com altos e baixos para todos.

Ela não é injusta com você.

Ela é justa ou injusta para todos da mesma forma.

Aprenda, viva e siga em frente. Só assim então entenderá que…ao final das contas…

a vida é bela.

 

Daniel Iudi Yano

RT @iudi – #AdAgencyFuture

novembro 9, 2009

Lá vou eu tentar dar uma de oráculo do mundo publicitário. Mas como eu sei que não sou nenhum e nem tenho a pretenção de ser, vou falar do que imagino ser o futuro das agências de propaganda.
Mas espera aê: o futuro, sendo daqui 10 anos, ou um pouco mais, um pouco menos, não vai fazer lá AQUELA diferença, certo?
Podendo apenas haver uma grande diferença caso criem o primeiro carro voador, povoem a Lua, a terra sofra um apocalipse em 2012, Deus reapareçá entre nós meros mortais, uns alienigenas invadam a terra, ou Angelina Jolie vira o novo Ghandi.
Então obviamente que não haverão mudanças gigantescas no futuro das agências.
Apenas algumas que já foram consolidadas em nossa atual década e que, futuramente, se tornarão mais evidentes, ou chegarão em seu “limite de evolução”.

O título deste post, obviamente, já ilustra uma delas. Que eu aqui irei chamar de #revolution só para entrar no clima. Mas porque? Bom, acredito que todos os que assistem às aulas de integradas, ou simplesmente acompanham um pouco o nosso mundo, já tenham uma resposta na cabeça.
A #revolution se da por causa do aumento expressivo da importância e quantidade de mídias sociais.
Fazendo com que a liberdade para a criação de pequenas agências especializadas em funções digitais e desenvolvimento de relações mais próximas com os consumidores cresça. Ou seja, as agências de propaganda irão perder budget para essas pequenas agências.

Futuramente quem terá um “poder de barganha” maior não serão as agências, e sim os clientes. Os clientes passarão a não querer as grandes agências que possuem nome e cobram absurdos, e sim menores e que consigam realmente trazer resultados mensuráveis para eles.

A segmentação irá substituir a excelência artística nas ações futuras. E por isso haverá um crescimento da importância do marketing direto, o CRM, o marketing de relacionamento. Não serão mais aqueles comerciais super ultra criativos e lindos e sem objetivo nenhum, que serão prioridade. O importante será atingir um determinado consumidor, e assim trazer bons resultados para o cliente.

Com todas essas mudanças, será que então ainda vamos ter agências de propaganda? Será que elas não estão fadadas a desaparecer?

Hoje já existe TiVo, Canais de televisão gratuitamente na Web, conteúdos digitais para tudo quanto é coisa, todo tipo de pirataria ao alcance de todos, compartilhamento de tudo o que você precisa na internet com pessoas de todos os cantos do mundo, disseminação de informações em tempo real e em gigantesca quantidade. Por estes motivos, e a entrada da geração, que hoje tem menos de 18 anos, e já está acostumada com a web mais do que até mesmo eu ou qualquer um de nós, é que a cultura do brasileiro de confiar no “tátil” (revista e jornal) e de ver programas de televisão cheios de propaganda, irão mudar e assim o advertising “clássico” irá diminuir e MUITO a sua importância.

Por fim, ao pedir um conselho para O Oráculo, ele diz: Agências de Propaganda #FAIL

Eu estava lá!

novembro 9, 2009

Alguém já viu o novo comercial e conceito da Vodka Smirnoff?

O novo comercial, aqui no Brasil, tem o conceito de “eu estava lá” ou em inglês “be there” (esteja lá)…
o qual eu considero fantástico.
Está meio implícito a ideia de a Smirnoff estar nos seus melhores momentos das baladas e festas. Você que toma smirnoff é o cara que sempre fala “eu estava lá”…”eu não perco uma”…e são só umas festas incríveis, inesquecíveis, que QUALQUER um gostaria de estar!

Não falo por todos, mas falo por mim.

Sou um cara muito festeiro. Adoro estar em festas com os amigos, beber uma cerveja bem gelada, ir para um bar, um churrasco com uma boa caipirinha, um pub para beber boa cerveja, baladas para dançar até doer o pé. Tem festa eu estou lá!

E por este motivo, eu curti tanto os comerciais da Smirnoff.

Aqui estão alguns vídeos, para que vocês possam ter uma ideia:

Smirnoff Wood Party

Smirnoff BE THERE

SMIRNOFF There Gas Station

Smirnoff there pool party

SMIRNOFF There Foam Pool

Pensando nesse comercial, eu cheguei a me questionar: Qual foi aquele momento em que eu disse “eu estava lá”? Aquele momento em que eu quis contar para todos os meus amigos o quão sensacional foi? Aquele “rolê” inesquecível?

Como exemplo, eu posso falar do meu fds que acabou de passar.

Fizemos um churrasco, na cobertura onde o Fuca mora. Quem organizou foi minha prima. Lá foram várias pessoas de galeras diferentes, mas que naquele momento todos viraram amigos! Os que sabiam tocar foram para a pickup e fizeram seus shows a parte. Todos mandaram muito bem.

Comida boa, bebidas, galera gente boa, musica boa, cobertura com um view animal. Não podia ser melhor!

E eu posso dizer: eu estava lá!

Amor ou paixão?

novembro 6, 2009

“Entre homens e mulheres que acham que

O AMOR É SÓ POESIA,

tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.

O amor é grande, mas não são dois.

Tem que saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.

O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.

Um bom Amor aos que já têm!

Um bom encontro aos que procuram!

E felicidades a todos nós!”

Artur da Távola


Ao ler esse trecho, e ter uma pequena discussão há algumas semanas com as meninas aqui da Sunset, lugar onde trabalho, cheguei a pensar: “O que é amor? O que é paixão? Quais as diferenças?”

E tendo isso em mente, resolvi escrever minha visão sobre isso.

O amor é algo complicado. Lembro-me de ter escrito, quando mais novo, um texto sobre paixão e amor na minha visão de adolescente. Hoje não sou nenhum cara muito vivido, mas já passei por muita coisa comparada com aquela época.

Hoje sei, que paixão e amor são duas coisas diferentes, e que podem se complementar ou não.

Como assim?

O amor é composto por milhares de variantes, assim como Artur da Távola já disse, o amor por si próprio não se sustenta. Tem que haver outros fatores como respeito, discernimento, um lado racional, confiança, lealdade, amizade, transparência, entre outras mil coisas.

Não é só querer transar, beijar, ver a pessoa e gostar da sua presença, mas viver brigando e ser infeliz na maior parte do tempo. Ter um relacionamento onde você não consegue confiar no outro, nem muito menos viver sob o mesmo teto.

Quantos casais nós vemos todos os dias, que reclamam de ter brigado por omissão de fatos da parte do outro, de desconfiança, e que brigam diariamente por todos os tipos de besteiras, mas que ao mesmo tempo dizem se amar profundamente. Ou casais que estão juntos há anos e dizem se amar, mas quando convivemos com eles, conseguimos ver que há uma relação ótima, no quesito convivência, mas que já não há mais o amor em si, aquele amor poético e fantasioso completando o racional, o lado harmonioso da convivência.

Já a paixão, é aquela sensação de queimação, de inquietude, ansiedade, dor no peito. Vontade de agarrar e não largar mais. Ter um ciúme absurdo e querer que aquela pessoa seja sua, independente do resto. Fazer loucuras para poder vê-la e quebrar barreiras da sanidade e do moralmente correto, se isso levar a conquista da pessoa por quem se está apaixonado, ou se pelo menos levar a tê-la ao lado. Não medimos esforços para nada. Não importa se há uma chuva torrencial e seu guarda-chuva ficou em casa, se você tem que percorrer quilômetros com os pés descalços em uma rua de pedras ou se você tem que dormir na sarjeta para poder ver a pessoa no dia seguinte.

Lendo tudo o que eu disse anteriormente, acho que já da para saber a diferença entre os dois.

A paixão é o lado mais impulsivo, irracional. Aquele lado em que a emoção está à flor da pele.

O amor é o lado racional, onde há logicamente o emocional junto. É a harmonia entre os dois. Algo construído, embasado, e estruturado em cima de diversos fatores. Inclusive a convivência.

Mas nem por isso, uma ótima relação não possa passar da paixão para o amor, e durante o amor a paixão não possa voltar.

Mas o mais importante de tudo é perceber que não se pode confundir o amor com a paixão.

A paixão acaba. O amor não.

A paixão é muito boa. O amor é melhor ainda.

🙂 bye