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Problema crônico reloaded?

agosto 18, 2010

Quem chegou a ler o texto anterior que fala sobre esse probleminha crônico, deve saber que eu estava em uma situação um pouco complicada.

Eu não conseguia gostar de ninguém e mesmo assim sentia falta de me apaixonar e amar. Sentia falta dos benefícios de um relacionamento mais sério.

Pois bem, vou escrever aqui o que se passou, resumidamente, nesses 6 meses em que não postei mais nada aqui.

Na verdade eu não tenho o que falar até chegar o fim de junho. Até junho o problema continuava o mesmo e do mesmo jeito de sempre. Tirando o fato de que tinha uma mina bonita, gente boa e que corria atrás de mim, mas era meio doida.

Enfim, em junho eu conheci uma mina chamada Paola (não citarei nomes), a qual eu achei muito bonita, legal e tudo mais. Com ela era legal sair, conversar, ficar sem fazer nada ou fazendo alguma coisa. O problema é que ela tinha muitas diferenças de mim, e mesmo assim eu estava insistindo pra ver se acontecia aquele click com ela. O que infelizmente não estava.

Foi então que em julho eu, de fato, conheci a Pamela (nome fictício). Ela mexeu comigo de uma forma que a Paola, nem nenhuma outra em dois anos, chegou a mexer. Isso porque eu não tinha nem beijado a Pamela.

A Pamela é bonita, gente boa, engraçada, com um sorriso lindo, se veste bem, cheirosa, e tudo mais. Foi ai que percebi que eu tinha encontrado uma mina com um grande potencial. Eu vi que com ela tinha acontecido o click, muito mais forte do que eu imaginava.

E claro que, bobo que não sou, fui atrás dela. Falei com ela diversas vezes, saímos e até viajamos juntos com uma galera, e toda vez que a via eu sentia um frio na barriga. E ela, carinhosa do jeito que é, me fazia ficar cada vez mais afim.

E assim foi por um bom tempo.

Infelizmente, chegou o dia em que ela falou que gostava de tudo em mim, mas não sabia por que não conseguia gostar como eu gostava. (E eu pensando “já vi isso acontecer, mas em papéis invertidos) Neste momento fiquei frustrado e bem triste. Senti-me o cara mais azarado do mundo. Justo quando acho alguém com quem realmente me dei bem e tive aquele click, eu falho e acabo caindo de cara.

Por decisão própria fiquei 2 semanas sem falar com ela.

Não aguentei e voltei a conversar.

Então resolvemos sair novamente, para fazer algo bem tranquilo mesmo. E lá vem o assunto novamente. Depois de toda a conversa, o fim é o mesmo. A Pamela não sabe por que não consegue gostar de mim, fala que está confusa da mesma forma e eu, com aquela dor no peito, vou-me embora novamente.

Só que há uma diferença; dessa vez eu falei para ela que realmente ia esquecê-la e deixar tudo para trás. Que errar uma vez ainda vai, mas insistir no erro não vai dar certo. E que também eu estava cansado do vai ou não vai. Falei tudo isso com a mão no peito. Me doía ter que falar essas coisas sabendo que eu ainda gostava muito dela.

Espero que dê certo. Pois eu parando de gostar dela vai fazer com que eu não sofra mais, fique toda hora pensando em conquistá-la e ela também não vai mais precisar ficar confusa. E no fim vamos poder continuar sendo grandes amigos como somos desde o começo.

Após tudo isso, só tem uma coisa que me preocupa; voltar à estaca zero.

Voltar a ter aquele problema crônico não vai ser legal.

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