Arquivo do Autor

Problema crônico reloaded?

agosto 18, 2010

Quem chegou a ler o texto anterior que fala sobre esse probleminha crônico, deve saber que eu estava em uma situação um pouco complicada.

Eu não conseguia gostar de ninguém e mesmo assim sentia falta de me apaixonar e amar. Sentia falta dos benefícios de um relacionamento mais sério.

Pois bem, vou escrever aqui o que se passou, resumidamente, nesses 6 meses em que não postei mais nada aqui.

Na verdade eu não tenho o que falar até chegar o fim de junho. Até junho o problema continuava o mesmo e do mesmo jeito de sempre. Tirando o fato de que tinha uma mina bonita, gente boa e que corria atrás de mim, mas era meio doida.

Enfim, em junho eu conheci uma mina chamada Paola (não citarei nomes), a qual eu achei muito bonita, legal e tudo mais. Com ela era legal sair, conversar, ficar sem fazer nada ou fazendo alguma coisa. O problema é que ela tinha muitas diferenças de mim, e mesmo assim eu estava insistindo pra ver se acontecia aquele click com ela. O que infelizmente não estava.

Foi então que em julho eu, de fato, conheci a Pamela (nome fictício). Ela mexeu comigo de uma forma que a Paola, nem nenhuma outra em dois anos, chegou a mexer. Isso porque eu não tinha nem beijado a Pamela.

A Pamela é bonita, gente boa, engraçada, com um sorriso lindo, se veste bem, cheirosa, e tudo mais. Foi ai que percebi que eu tinha encontrado uma mina com um grande potencial. Eu vi que com ela tinha acontecido o click, muito mais forte do que eu imaginava.

E claro que, bobo que não sou, fui atrás dela. Falei com ela diversas vezes, saímos e até viajamos juntos com uma galera, e toda vez que a via eu sentia um frio na barriga. E ela, carinhosa do jeito que é, me fazia ficar cada vez mais afim.

E assim foi por um bom tempo.

Infelizmente, chegou o dia em que ela falou que gostava de tudo em mim, mas não sabia por que não conseguia gostar como eu gostava. (E eu pensando “já vi isso acontecer, mas em papéis invertidos) Neste momento fiquei frustrado e bem triste. Senti-me o cara mais azarado do mundo. Justo quando acho alguém com quem realmente me dei bem e tive aquele click, eu falho e acabo caindo de cara.

Por decisão própria fiquei 2 semanas sem falar com ela.

Não aguentei e voltei a conversar.

Então resolvemos sair novamente, para fazer algo bem tranquilo mesmo. E lá vem o assunto novamente. Depois de toda a conversa, o fim é o mesmo. A Pamela não sabe por que não consegue gostar de mim, fala que está confusa da mesma forma e eu, com aquela dor no peito, vou-me embora novamente.

Só que há uma diferença; dessa vez eu falei para ela que realmente ia esquecê-la e deixar tudo para trás. Que errar uma vez ainda vai, mas insistir no erro não vai dar certo. E que também eu estava cansado do vai ou não vai. Falei tudo isso com a mão no peito. Me doía ter que falar essas coisas sabendo que eu ainda gostava muito dela.

Espero que dê certo. Pois eu parando de gostar dela vai fazer com que eu não sofra mais, fique toda hora pensando em conquistá-la e ela também não vai mais precisar ficar confusa. E no fim vamos poder continuar sendo grandes amigos como somos desde o começo.

Após tudo isso, só tem uma coisa que me preocupa; voltar à estaca zero.

Voltar a ter aquele problema crônico não vai ser legal.

Anúncios

Problema crônico?

fevereiro 18, 2010

Em 2008, pouco antes do final do ano, eu ainda namorava uma garota a qual eu amava absurdamente. Mas infelizmente o namoro não estava nada bem, então terminamos.

Passou-se o ano e eu estava melhor, mas ainda com “medo” de relacionamentos e um pouco enferrujado com relação a approachs. Como resultado da soma desses 2 fatores, eu fiquei praticamente 4 meses sem ficar com uma única mulher. Ia pra bares e baladas como sempre fiz, conhecia diversas pessoas, mas ainda assim não sentia a mínima vontade de levar adiante. Nem mesmo um beijo.

Foi então que, após 4 longos meses, eu comecei a vida de solteiro ativo. Confesso que exagerei um pouco no título de solteiro-to-me-fudendo-pra-tudo (desculpa a linguagem) e comecei a ser meio egocêntrico e a pensar em meu próprio benefício, apenas satisfazendo minha vontade de “pegar” as mulheres sem ao menos importar o que elas sentiam ou queriam comigo. Posso até ter magoado algumas, mas a culpa nunca foi delas.

Nesse período inicial eu estava bem (como dizem no linguajar popular) galinha.

Passado alguns meses, eu tinha me dado conta de que tinha ficado muito diferente do que eu costumava ser. Eu não era nenhum santo, mas não ficava com mais de duas em balada. E o número 2 era um número BEM raro.

Mas após o meu último namoro eu fiquei totalmente diferente. Já não estava nem ai pros meus valores morais. Já não pegava telefone e às vezes nem o nome eu sabia. Eu realmente não queria papo. Até alguns amigos meus reclamavam e falavam que eu era idiota, que podia pegar o telefone ou algo assim pra tentar sair mais com a mina.

Entre tantas mulheres (não querendo me gabar nem nada, mas teve um número bem razoável de mulheres com quem fiquei) cheguei a conhecer algumas sensacionais. Tanto no quesito físico, como na personalidade. E mesmo há mais de um ano sem ninguém e conhecendo tantas mulheres maravilhosas, eu não consegui me apaixonar ou ao menos querer algo sério.

É como se eu tivesse alguma barreira, algo que impeça o meu corpo de aceitar qualquer tipo de relacionamento.

Não sei o que se passa, mas é como se eu tivesse medo de relacionamentos. E não seria estranho este ser o principal motivo, já que meu último namoro me fez sofrer muito. Não só eu, ela também. E isso fez com que eu, provavelmente, criasse uma muralha contra todo aquele sofrimento sentido e causado.

De fato, não quero nunca mais passar por todo o sofrimento.

Sabe qual o pior disso? Que apesar de ter as vantagens de não dever explicações e satisfações, de ter que se preocupar com o que a mulher quer, com agradar, com concordar, ouvir e tudo mais, eu ainda assim sinto falta de poder me apaixonar, de poder amar alguém. De ter aquela intimidade que só é possível entre dois amantes.

Parece que esse Iudi que existia há alguns anos atrás, que gostava de se apaixonar, de amar, de se envolver, aquele que era facilmente levado pela paixão do momento, já não existe mais. Ou talvez até exista, mas não vai voltar tão cedo. Hibernou.

Agora o que acontece é que eu estou em uma solteirisse crônica. Solteirisse que me fagocitou e não quer soltar mais.

Mudança de planos.

fevereiro 11, 2010

Cá estava eu, em meu MSN, conversando com uma amiga sobre seu relacionamento e os erros de seu namorado. E com esta conversa eu começo a pensar em meus antigos relacionamentos, meus atuais, e como serão os futuros. Além deu começar a pensar nas inúmeras conversas que tive com amigos (as) que reclamavam de seus relacionamentos, de como o outro era errado, imperfeito, chato, ignorante, egoísta, hipócrita, entre outro adjetivos.

Na maioria dos casos, as pessoas sempre colocam a culpa no outro, pois não analisam o ponto de vista oposto. Sempre dizem: “Ela que venha atrás, ela que errou. Eu não vou ficar ligando se ela é estúpida!”

Mas será que ela é a culpada?

Muitas vezes, se queremos que o relacionamento com outros indivíduos sejam melhores, temos que começar a olhar para nós mesmos. Temos que analisar nosso comportamento, pois o problema pode estar no nosso jeito de agir.

Quando eu estou em casa, eu sei que não sou o filho perfeito e nem sou super educado e comportado. E por isso não posso reclamar do meu relacionamento familiar, pois ele não é o melhor. Em grande parte por minha causa.

E em um relacionamento amoroso anterior? A mesma coisa. Sei que ex namoradas é quem nós sempre culpamos, mas na realidade sei que no fundo, eu também fui orgulhoso, cabeça dura, grosseiro, desatento, descuidado, entre outras coisas.

Mudar é preciso. E o que não falta são coisas que podemos mudar.

Se der um abraço a mais, um oi, um beijo, um sorriso, uma piada, ou até um tapinha nas costas, não vai matar ninguém. E isso pode mudar de pouco em pouco uma relação com todos.

Se deixar de ser orgulhoso, ciumento demais, implicante, grudento, seu namoro poderá durar muito mais e sem brigas desnecessárias.

E pensar que mudar não é preciso, é simplesmente um grande erro.

Mudar não vai fazer de você uma pessoa completamente diferente, não fará você perder seu caráter, sua personalidade.

Mudar vai fazer com que você evolua. Pois mudarmos para corrigir nossos defeitos, é um sinal de evolução E inteligência.

Temos que evoluir.

Para uma vida melhor, vou mudar. E espero que todos mudem sempre.

Eu não queria ser publicitário.

fevereiro 9, 2010

Quando somos crianças, não temos muita noção do que o mundo nos reserva. Apenas imaginamos que ele será moldado aos nossos desejos e sonhos. E era assim que eu, um pequeno japinha de aproximadamente dez anos, pensava.

Em minha infância tive diversas projeções de meu futuro. E é engraçado ver como tudo me fez chegar ao curso que faço. E não qualquer outro que eu tenha imaginado quando mais novo.

Eu sempre fui curioso e apaixonado por tudo. Mas minhas paixões eram passageiras e repentinas. Tudo o que eu queria fazer, eu me apaixonava, mas não durava muito tempo. Ou algo me fazia desistir daquela ideia.

O primeiro sonho desse menino nipônico era ser um grande jogador de futebol. Mas com o tempo, fui percebendo que não era bom o suficiente. Eu era sempre o segundo melhor ou perto disso. Mas o melhor em sim eu não era. Então desisti deste sonho.

Pouco tempo depois eu vi que gostava muito de desenhar. E que me dava bem nas aulas de Educação Artística no colégio. Então? Decidi ser arquiteto, pois não conhecia nada sobre profissões. Pois senão teria escolhido Design Gráfico, ou algo parecido. Mas assim que descobri que tinha que usar muita matemática e física eu simplesmente desisti.

Descobrindo que eu gostava de química no colégio, mas apenas da orgânica, eu então decidi ser igual o meu tio. Decidi que queria fazer bio-química e trabalhar num laboratório criando remédio e coisas assim. Da pra acreditar? Nem eu consigo.

Então cheguei ao terceiro colegial, e precisava decidir o que fazer.Não sabia se prestava arquitetura, engenharia, artes plásticas, administração, ou qualquer outra coisa. Mas não consegui decidir por nada e prestei Administração na USP, já que é o que qualquer pessoa que não sabe o que fazer presta na faculdade.

Fui e fiz o vestibular de qualquer jeito, pois não queria aquilo. Obviamente não passei.

Passaram as férias. Comecei o cursinho sem saber o que fazer.

Mas então, foi neste ano que tudo começou a fazer sentido para mim.

Fui em um churrasco da Márcia, irmã do Marcelinho. Sendo que eu fui de perdido lá e penetra. Comecei a beber com o pessoal e então, a Gika, veio falar com o Didi e eu para que pudéssemos ajudá-la com um trabalho que ela estava fazendo. Ajudamos e perguntamos porque ela estava fazendo aquilo. Foi então que comecei a conversar com ela e ela foi contando tudo o que fazia, onde estudou e tudo mais. E assim eu me apaixonei por publicidade de certa forma.

Meses depois, fui para uma palestra dada pelo Etapa, sobre carreira. Eu escolhi a de administração e de publicidade. Foram legais, mas gostei mesmo da de publicidade.

E assim, eu resolvi procurar qual era a melhor faculdade de Publicidade de São Paulo. Segundo o MEC, era a ESPM. E assim, acabei entrando na ESPM.

É engraçado como todos nós pensamos em diversas carreiras e caminhos que queremos trilhar, mas com o aparecimento de pessoas, detalhes, obstáculos, nós simplesmente vamos mudando até chegar onde estamos.

Se não fosse pelo churrasco que fui de última hora e tivesse conhecido a Gika, eu não estaria nessa área.

É eu não queria mesmo ser publicitário, mas agora eu quero!

Gélido

fevereiro 5, 2010

Timidez, nervosismo e falta de autoconfiança. Essa foi a fórmula perfeita para um fracasso com seu primeiro amor.

Uma menina tão linda, de olhos azuis, cabelos dourados e um corpo digno de elogios.

A qual aquele garoto novo que entrou no colégio já foi logo conquistando com sei jeito aventureiro, descolado e desencanado. Fazendo com que a aproximação do jovem apaixonado fosse impossível, principalmente porque o garoto novo se tornou seu melhor amigo. Mas isto é um mero detalhe.

Os três anos de paixão compensaram, mesmo que momentaneamente. O jovem conseguiu seu primeiro beijo. Um beijo molhado, bagunçado, mas não menos mágico. E este beijo, por mais estranho que seja, se deve ao fato de seu melhor amigo, e concorrente, ter saído do colégio.

Mas ainda assim era um fracasso. Porque o jovem teve apenas este beijo e nada mais. A garota por quem foi apaixonado tanto tempo, não quis nada além de um beijo de compaixão.

Um ano se passou e o jovem trocou de colégio. Não queria, mas teve que ir. Forças superiores, vulgo pais, o obrigaram para ter uma vida estudantil melhor.

Em seu novo colégio não podia ser diferente. Fez novos amigos e conheceu novos professores.

Mas algo inevitável lhe aconteceu. Apaixonou-se novamente. E como era de se esperar, ele foi recusado novamente, pois não teve a coragem de se declarar para a menina de quem tanto gostava.

Chorou até secar-se de lágrimas. Ficou por horas deitado em sua cama, abraçado ao travesseiro.

Ficava se perguntando o porquê dele nunca conseguir alguém. Porque outros conseguiam e ele não. Porque ele tinha que sofrer tanto.

Anos foram se passando e de tempos em tempos ele se apaixonava. Era um verdadeiro romântico. Sempre encontrava uma mulher digna de sua admiração, sua paixão e seu amor.

Infelizmente, as poucas que tiveram a oportunidade de dividir estes sentimentos com ele, não foram bem sucedidas em construir uma relação duradoura e sólida.

Suas falhas amorosas, seus constantes fracassos, e a sempre presente rejeição o fizeram cada vez mais confuso e frustrado.

Hoje ele já não entende.

Não sabe o porquê, mas simplesmente aceita. Contenta-se.

Não agüenta ter que ficar sofrendo e se arriscando o tempo inteiro. Se convenceu de que nunca achará ninguém.

Ele já não consegue sentir nada por ninguém. Não possui sentimentos.

Tudo o que lhe resta é um pedaço de gelo no meio do peito.

Aos criativos e pseudo-criativos!

novembro 26, 2009

Como um grande afixionado e apreciador da criatividade, inovação e arte (mesmo sem ser um especialista), posso dizer que esse site (apresentado mais pra baixo neste post) é um dos mais TOPs que já vi por ai. Não apenas no conteudo, mas também na forma de expor tudo isso.

Os japoneses já possuem sua fama por fazer coisas incrivelmente criativas e/ou bizarras! Ou até mesmo as mais pervertidas também. A capacitade de inovação e de “viagem” deles é incrível. E não falo isso por eu ser descendente de japoneses, e querer ficar babando ovo deles. Falo porque eu realmente sei que eles são criativos, e por isso mesmo muitas tendências mundiais dão start naquele país tão pequeno.

Abaixo darei alguns exemplos de criatividade japonesa! (na minha opinião)

Esse show é de uma criatividade gigantesca, sério. Eles conseguem criar essa ilusão e esses “efeitos especiais” sem o uso de tecnologias a lá Matrix. Tudo com uma equipe gigante, vestida de preto, e uns poucos atores que de fato aparecem.

Esse show japonês já existe há um bom tempo, e vocês já devem ter visto aquele do Ping-Pong ou o do Futebol. SENSACIONAL! 🙂

Outro bom exemplo que achei fuçando pela internet, é este restaurante estranho e bem da hora! Ele parece até aqueles que costumamos ver em desenhos animados, que gostaríamos que tivesse na vida real.

Restaurante suspenso

E os bentôs? Vocês já viram eles?

Bentô do Mario

Bentôs são aquelas “marmitas” japonesas, que já fazem parte da cultura japonesa. Onde um bentô muito bem preparado e atraente, é considerado essencial na arte do preparo do bentô.

(Criativo, né? *-*)

E agora, FINALMENTE, o porque deste post:

Wonderwall Inc.

Juro, eu acho que a cada dia, não só os japoneses, mas qualquer pessoa na internet e no mundo, consegue me impressionar mais e mais!

Mas esse japonês me deixou de boca aberta! É lindo e super criativo o site. Como sua forma de navegação, cores, sons suaves e gostosos de ouvir, simplicidade, layout.

Inclusive o trabalho, da empresa, de Design de Interiores, Design de Produtos, Instalações, entre outros.

Com este post, não pretendo desmerecer a criatividade de todas as culturas do mundo. Cada uma possui suas peculiaridades, e eu aprecio muitas delas. Mas a criativadade do povo japonês é muito da hora!

Bom…

Apreciem sem moderação, e absorvam tudo que for possível! 😉

A criança

novembro 25, 2009

É engraçado pensar em como esse assunto chegou aos meus milhares de pensamentos diários. Entre trabalhos da faculdade, planejamentos na agência, feriado chegando, telefones tocando, amigos esperando, provas da semana que vem, e a fome batendo. Como do nada consigo, estranhamente, pensar na criança que há dentro de mim?

Resposta: Olhando para a janela ao meu lado.

Ao olhar para aquela janela grande, larga e totalmente transparente, pude visualizar o céu. Céu aquele que se encontra belo e azul. Límpido e com apenas algumas nuvens brancas caminhando, lentamente, como se estivessem meditando, apreciando cada milésimo de segundo que elas estão vivendo. É então que começo a ver formas engraçadas nas nuvens. Formas estranhas, que me lembram algo ou alguém.

nuvem com forma de dragão

Ai eu pergunto: Quem aqui nunca viu formas nas nuvens quando era criança?

Exato, todos já fizemos isso.

Engraçado como isso era corriqueiro aos meus 9 anos, ou por volta disso. Como eu era mais imaginativo, sonhador, era mais criativo e livre de barreiras morais, ou de medos. Costumava ser fantasioso com o mundo, gostava de andar pisando nas linhas dos azulejos, soltava pipa, brincava com as meninas e inventava milhões de métodos e armas para eliminar as bactérias femininas do meu corpo, fingia ser algum tipo de super herói e eu REALMENTE achava que era ele, fazia fogueiras e queimava Fandangos e Ruffles e os comia, e muitas outras façanhas de minha infância tão bem vivida.

O Fantástico Mundo de Bob

Hoje já não paro para ver formas nas nuvens, nem imaginar milhares de outras coisas. Meus dias vividos após a época fantasiosa, em meio a tantas lágrimas, feridas, traumas, ofensas e outras coisas. Minha época pós-infância em que vivi dias de racionalização, de pessoas me falando o que pensar e como pensar, de pessoas me mostrando que isso ou aquilo já não mais existiam, ou nunca existiram. Todos os planos que tive, as invenções que quis fazer, as idéias geniais em que queria investir, foram todas por água abaixo. Alguém sempre esteve lá para dizer: “Para com isso, é besteira. Você acha que isso existe? Que vai acontecer? Que vai dar certo?”

E para onde foi a criança que existia dentro de mim? Ela se escondeu.

Fugiu deste mundo caótico, e se escondeu na caverna do dragão. E de lá não voltou.

Mas calma, ainda há tempo de trazê-la de volta. Eu sei que ainda há. Sinto-a voltando com o passar dos dias, horas, minutos… segundos!

Posso afirmar que, os mais criativos nesse mundo são aqueles que vivem sem medo de pensar. Aqueles que vivem sem medo de errar, sem julgamentos, sem barreiras. Aqueles em que a criança interna nunca morreu. São aqueles em que a fantasia nunca sumiu, a imaginação infantil misturada a sua realidade adulta se tornou parte de seu dia-a-dia. Aqueles em que a criança interna ainda vive, e ainda conseguem resgatá-la.

Espero conseguir reanimar a criança que tem dentro de mim.

E a minha inspiração para isso, são aquelas nuvens ali. Aquelas que possuem formas engraçadas e divertidas. Aquelas que nunca mais voltei a olhar.

Apenas refletindo

novembro 10, 2009

A vida nem sempre foi tão ruim, e nem sempre tão boa.

Apenas temos que saber como encará-la da melhor forma possível e entender que a vida foi feita com altos e baixos para todos.

Ela não é injusta com você.

Ela é justa ou injusta para todos da mesma forma.

Aprenda, viva e siga em frente. Só assim então entenderá que…ao final das contas…

a vida é bela.

 

Daniel Iudi Yano

RT @iudi – #AdAgencyFuture

novembro 9, 2009

Lá vou eu tentar dar uma de oráculo do mundo publicitário. Mas como eu sei que não sou nenhum e nem tenho a pretenção de ser, vou falar do que imagino ser o futuro das agências de propaganda.
Mas espera aê: o futuro, sendo daqui 10 anos, ou um pouco mais, um pouco menos, não vai fazer lá AQUELA diferença, certo?
Podendo apenas haver uma grande diferença caso criem o primeiro carro voador, povoem a Lua, a terra sofra um apocalipse em 2012, Deus reapareçá entre nós meros mortais, uns alienigenas invadam a terra, ou Angelina Jolie vira o novo Ghandi.
Então obviamente que não haverão mudanças gigantescas no futuro das agências.
Apenas algumas que já foram consolidadas em nossa atual década e que, futuramente, se tornarão mais evidentes, ou chegarão em seu “limite de evolução”.

O título deste post, obviamente, já ilustra uma delas. Que eu aqui irei chamar de #revolution só para entrar no clima. Mas porque? Bom, acredito que todos os que assistem às aulas de integradas, ou simplesmente acompanham um pouco o nosso mundo, já tenham uma resposta na cabeça.
A #revolution se da por causa do aumento expressivo da importância e quantidade de mídias sociais.
Fazendo com que a liberdade para a criação de pequenas agências especializadas em funções digitais e desenvolvimento de relações mais próximas com os consumidores cresça. Ou seja, as agências de propaganda irão perder budget para essas pequenas agências.

Futuramente quem terá um “poder de barganha” maior não serão as agências, e sim os clientes. Os clientes passarão a não querer as grandes agências que possuem nome e cobram absurdos, e sim menores e que consigam realmente trazer resultados mensuráveis para eles.

A segmentação irá substituir a excelência artística nas ações futuras. E por isso haverá um crescimento da importância do marketing direto, o CRM, o marketing de relacionamento. Não serão mais aqueles comerciais super ultra criativos e lindos e sem objetivo nenhum, que serão prioridade. O importante será atingir um determinado consumidor, e assim trazer bons resultados para o cliente.

Com todas essas mudanças, será que então ainda vamos ter agências de propaganda? Será que elas não estão fadadas a desaparecer?

Hoje já existe TiVo, Canais de televisão gratuitamente na Web, conteúdos digitais para tudo quanto é coisa, todo tipo de pirataria ao alcance de todos, compartilhamento de tudo o que você precisa na internet com pessoas de todos os cantos do mundo, disseminação de informações em tempo real e em gigantesca quantidade. Por estes motivos, e a entrada da geração, que hoje tem menos de 18 anos, e já está acostumada com a web mais do que até mesmo eu ou qualquer um de nós, é que a cultura do brasileiro de confiar no “tátil” (revista e jornal) e de ver programas de televisão cheios de propaganda, irão mudar e assim o advertising “clássico” irá diminuir e MUITO a sua importância.

Por fim, ao pedir um conselho para O Oráculo, ele diz: Agências de Propaganda #FAIL

Eu estava lá!

novembro 9, 2009

Alguém já viu o novo comercial e conceito da Vodka Smirnoff?

O novo comercial, aqui no Brasil, tem o conceito de “eu estava lá” ou em inglês “be there” (esteja lá)…
o qual eu considero fantástico.
Está meio implícito a ideia de a Smirnoff estar nos seus melhores momentos das baladas e festas. Você que toma smirnoff é o cara que sempre fala “eu estava lá”…”eu não perco uma”…e são só umas festas incríveis, inesquecíveis, que QUALQUER um gostaria de estar!

Não falo por todos, mas falo por mim.

Sou um cara muito festeiro. Adoro estar em festas com os amigos, beber uma cerveja bem gelada, ir para um bar, um churrasco com uma boa caipirinha, um pub para beber boa cerveja, baladas para dançar até doer o pé. Tem festa eu estou lá!

E por este motivo, eu curti tanto os comerciais da Smirnoff.

Aqui estão alguns vídeos, para que vocês possam ter uma ideia:

Smirnoff Wood Party

Smirnoff BE THERE

SMIRNOFF There Gas Station

Smirnoff there pool party

SMIRNOFF There Foam Pool

Pensando nesse comercial, eu cheguei a me questionar: Qual foi aquele momento em que eu disse “eu estava lá”? Aquele momento em que eu quis contar para todos os meus amigos o quão sensacional foi? Aquele “rolê” inesquecível?

Como exemplo, eu posso falar do meu fds que acabou de passar.

Fizemos um churrasco, na cobertura onde o Fuca mora. Quem organizou foi minha prima. Lá foram várias pessoas de galeras diferentes, mas que naquele momento todos viraram amigos! Os que sabiam tocar foram para a pickup e fizeram seus shows a parte. Todos mandaram muito bem.

Comida boa, bebidas, galera gente boa, musica boa, cobertura com um view animal. Não podia ser melhor!

E eu posso dizer: eu estava lá!